Somos renegados socialmente num país de dimensões continentais e abismos sociais de amplitude muito maiores. Em nosso cenário sócio-histórico, estar ao norte do país é ser geneticamente forjado para o fracasso e humilhação.
Compartilham deste pensamento etnocêntrico (egocêntrico e excêntrico) alguns brasileiros cujo ideal de cultura e de sociedade é muito restrito, fruto um determinismo arcáico, desnecessário e inútil que entende que a sorte, o destino de quem se localiza em região tropical (proximal à Linha do Equador) fosse uma condição de travamento intelectual, obstáculo econômico e retrocesso social e entende toda e qualquer ordem que advenha da nossa cultura como prisão que amarra nossas mãos e pés e não nos permite mais ter nenhum tipo de desenvolvimento.
Tenho, infelizmente, que situar essas pessoas na importância de nossa gente e de nossa força. Somos berçário de grandes lutas, de grandes herois, de ideais libertários de progresso muito além do esperado, como sempre, vanguardistas e transformadores de realidades injustas e incoerentes.Somos um povo que mesmo com sua enorme altivez ainda conserva uma simplicidade além da admitida pelos que trajam vestes preconceituosas e reducionistas de caráter minimalista, ou melhor, minúsculo!
Nossa produção cultural aumenta e se perpetua, nossos cantores,(melhor dizendo, nossos intérpretes), nossos escritores, nossos pensadores e intelectuais do mais alto e refinado nível de desenvolvimento. Preciosidades como Manuel Bandeira, Castro Alves, Luiz Gonzaga, João Cabral de Melo Neto, Capiba, Dominguinhos, Gregório de Mattos, Lenine, Ariano Suassuna, Silvério Pessoa, Romero Britto, Francisco Brennand, Mestre Vitalino e tantas outras personalidade cuja genialidade e perspicácia são representantes de um povo socialmente bem desenvolvido e bem assentado na multiculturalidade e respeito às diferenças, lançando projeções importantíssimas no cenário social nacional.
Nossa produção cultural aumenta e se perpetua, nossos cantores,(melhor dizendo, nossos intérpretes), nossos escritores, nossos pensadores e intelectuais do mais alto e refinado nível de desenvolvimento. Preciosidades como Manuel Bandeira, Castro Alves, Luiz Gonzaga, João Cabral de Melo Neto, Capiba, Dominguinhos, Gregório de Mattos, Lenine, Ariano Suassuna, Silvério Pessoa, Romero Britto, Francisco Brennand, Mestre Vitalino e tantas outras personalidade cuja genialidade e perspicácia são representantes de um povo socialmente bem desenvolvido e bem assentado na multiculturalidade e respeito às diferenças, lançando projeções importantíssimas no cenário social nacional.
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